Após se reunir com integrantes da Comissão da Verdade, o ministro Celso Amorim (Defesa) afirmou ontem que vai abrir os documentos das Forças Armadas para auxiliar os trabalhos. Instalado no mês passado, o grupo investigará violações aos direitos humanos entre 1946 e 1988. “Tudo estará aberto”, disse Amorim ao sair da reunião, referindo-se aos arquivos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Militares negam a existência de documentos sobre o período.
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