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publicado dia 19 de setembro de 2013

Professores de escolas técnicas discutem Juventude e Projetos Sociais

Em diferentes regiões do estado de São Paulo, professores de Escolas Técnicas Estaduais, do Centro Paula Souza – as chamadas ETECs – têm algo em comum: o envolvimento em discussões sobre Juventude e Projetos Sociais.

Entre eles, está Débora Bueno, educadora da ETEC CEPAM, que participou de uma formação durante o primeiro semestre. Realizado pelo Programa Aprendiz Comgás (PAC), o curso “Disseminação” buscou sensibilizar os alunos para a importância do mapeamento e do diagnóstico no desenvolvimento de projetos sociais. Como parte das atividades, os docentes tiveram oportunidade de vivenciar a utilização da ferramenta de mapeamento.

Outras cidades do estado de São Paulo, como Hortolândia, Limeira, Taubaté, Americana, São José dos Campos, Baixada Santista receberam o curso. Segundo a equipe organizadora, até agora, mais de 800 educadores de ONGs e professores da educação formal foram capacitados.

[stextbox id=”custom” caption=”PAC” float=”true” align=”right” width=”300″]O PAC – iniciativa da Associação Cidade Escola Aprendiz em parceria com a Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) – busca ampliar a atuação de educadores em relação ao potencial e à participação juvenil, além de contribuir para a reflexão acerca de suas práticas educativas no ambiente escolar.[/stextbox]

Judith Terreiro, coordenadora de projetos no Centro Paula Souza, afirma que a iniciativa “colabora para que Centro Paula Souza possa sedimentar suas diretrizes pedagógicas e estabelecer, nas unidades de ensino, um sistema de gestão participativo e voltado para a melhoria contínua dos serviços educacionais públicos que são oferecidos”.

Para Elisangela Goulart, professora da ETEC Parque da Juventude, no bairro do Carandiru, em São Paulo,  o curso trouxe impacto no planejamento dos componentes curriculares que leciona, desde a elaboração das aulas até a definição dos critérios de avaliação.

“No componente curricular do Projeto Técnico Científico, tenho observado um melhor envolvimento e desempenho dos alunos em relação aos anos anteriores que ministrei essas aulas.” De acordo com ela, essa mudança deve-se a uma maior clareza do que se espera dos projetos e como podem ser melhor executados, conhecimentos adquiridos pela educadora ao longo da formação.

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