publicado dia 13 de maio de 2013
Do New York Times para a Folha de S. Paulo
Apesar de ainda ocupar cerca de 7% da força de trabalho dos EUA, o percentual de norte-americanos que trabalham em seus lares cresceu 37% entre 1997 e 2010. Com o boom da internet de alta velocidade e a fluidez do mercado de trabalho, cada vez mais trabalhadores estão abandonando carreiras em empresas e buscando formas de gerir sua produção de forma autônoma. Mas trabalhar de casa ainda oferece desafios que fazem com que muitos freelancers e pequenos empresários busquem alternativas ao ambiente caseiro em espaços de co-working (escritórios de trabalho compartilhado).
Escritórios se tornam ambientes de aprendizagem compartilhada
Após ingressarem em espaços de “co-working”, ou seja, tirar o pijama para trabalhar, muitos notaram um aumento significativo no lucro de seus empreendimentos e em sua produtividade. Aliado à maior organização da vida pessoal, o constante intercâmbio com colegas de outras áreas também tem se provado uma eficaz ferramenta de fazer contatos de trabalho e, porque não, combater a solidão. O serviço, oferecido por empresas não apenas nos EUA, também pode ser reproduzido de forma autônoma ao organizar, com demais colegas, um ambiente de trabalho compartilhado.



